
O mercado de ações brasileiro registrou forte volatilidade nesta segunda-feira, impulsionado pela alta dos juros futuros e do dólar. O movimento penalizou companhias voltadas à economia doméstica, como varejistas e construtoras, enquanto empresas exportadoras operaram em terreno positivo.
A disparada das taxas de juros futuros e o avanço da moeda norte-americana provocaram uma cisão no comportamento das ações listadas na B3 nesta segunda-feira. O cenário gerou forte aversão ao risco em setores sensíveis ao crédito e à atividade interna, enquanto companhias com receitas atreladas a moedas estrangeiras encontraram sustentação.
As empresas ligadas ao consumo interno e ao crédito imobiliário figuraram entre as maiores perdas do pregão, acumulando desvalorizações severas:
Apesar do recuo generalizado do índice de referência, empresas com receita voltada ao mercado externo conseguiram registrar ganhos, impulsionadas pela valorização cambial. Entre os principais papéis em alta, destacaram-se: