O contingente de famílias brasileiras em situação de inadimplência registrou expansão durante as administrações dos presidentes Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Jair Bolsonaro (PL). Segundo apuração da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), as taxas de não pagamento avançaram em ritmos distintos em cada mandato.
O endividamento e a capacidade financeira da população mantêm-se como pontos centrais no debate econômico do país. Informações apuradas pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) revelam que o índice de famílias inadimplentes subiu 12% ao longo da atual administração de Luiz Inácio Lula da Silva.
Em comparação com o ciclo anterior, sob a gestão de Jair Bolsonaro, a alta registrada no número de lares com compromissos em atraso foi de 35%.
A entidade empresarial adota como critério técnico para o recorte de inadimplência os grupos familiares que possuem pendências financeiras ou dívidas que permaneceram sem quitação no mês de referência da pesquisa.