As propostas anunciadas pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e pelo senador Flávio Bolsonaro (PL) durante a campanha à Presidência da República intensificam a pressão sobre as contas públicas. O cenário eleva a complexidade do ajuste fiscal que a próxima administração terá de implementar após as eleições deste domingo (**25**).
Os compromissos e medidas financeiras apresentados ao longo da corrida eleitoral por Luiz Inácio Lula da Silva e Flávio Bolsonaro colocam sob alerta a sustentabilidade orçamentária do país. A adoção de novas despesas amplia as incertezas sobre como o próximo mandatário fechará as contas.
Com a disputa polarizada, a inclusão de benesses fiscais no debate de campanha impõe barreiras adicionais à estabilização da trajetória da dívida pública, independentemente de quem vencer o pleito de domingo (25).
O resultado das urnas exigirá do presidente eleito um esforço imediato para equilibrar as metas de gastos com a capacidade de arrecadação do governo federal.
Os principais fatores que pesam sobre o horizonte fiscal incluem: