
A 7ª Vara do Trabalho de Fortaleza ordenou a reintegração imediata de 22 trabalhadores dispensados por uma confecção no Ceará. O tribunal identificou indícios de perseguição política como motivação para os desligamentos ocorridos após as eleições.
A juíza substituta Manuela de Albuquerque Viana, atuando na 7ª Vara do Trabalho de Fortaleza, determinou a volta imediata aos postos de 22 funcionários de uma indústria de confecções local. A magistrada classificou a conduta patronal como perversa ao analisar o contexto das demissões.