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O ministro da Fazenda, Dario Durigan, declarou na quinta-feira (28) que o monitoramento de fintechs tem sido crucial no combate ao crime organizado. Segundo Durigan, essa vigilância permite atacar a estrutura financeira que sustenta essas atividades ilícitas. A declaração ocorre em meio a uma nova fase da Operação Carbono Oculto, que investiga a atuação do PCC no setor de combustíveis.
O ministro da Fazenda, Dario Durigan, ressaltou em 28 de maio o papel estratégico do monitoramento de fintechs no enfrentamento ao crime organizado. Ele afirmou que a análise das operações financeiras dessas empresas possibilita combater o crime em um nível superior, atingindo o financiamento que o sustenta.
A fala de Durigan coincide com o início de uma nova etapa da Operação Carbono Oculto, denominada Fluxo Oculto. Esta ação foi deflagrada na mesma quinta-feira pelo Grupo de Atuação e Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público de São Paulo e pela Receita Federal.
### Alvos da Operação
A Operação Fluxo Oculto visa investigar a infiltração do Primeiro Comando da Capital (PCC) no segmento de combustíveis. Os principais alvos da operação incluem:
As investigações indicam que esses indivíduos continuaram suas atividades criminosas mesmo após operações policiais anteriores, como a Carbono Oculto. Isso demonstra um elevado grau de organização e resiliência do esquema criminoso.
