O ministro do Planejamento e Orçamento, Bruno Moretti, declarou nesta quarta-feira (9) que os incentivos fiscais para combustíveis não são populistas. A medida, que representa R$ 7 bilhões, é vista como uma forma de contenção de danos econômicos.
Bruno Moretti, titular do Ministério do Planejamento e Orçamento, afirmou que a política fiscal de incentivos para baratear combustíveis não possui um caráter populista. A declaração foi feita na quarta-feira, 9 de setembro.
O ministro enfatizou que a iniciativa é uma estratégia para mitigar impactos negativos na economia. Os incentivos fiscais estão estimados em R$ 7 bilhões.
Moretti descartou qualquer associação da política fiscal com usos eleitoreiros ou de cunho populista. Ele reforçou o objetivo de estabilidade econômica por trás da decisão.
