A pauta pelo fim da escala de trabalho 6×1 enfrenta dificuldades para avançar no Congresso Nacional. As eleições de 2026 resultaram em uma configuração legislativa majoritariamente conservadora. Este cenário também pode impulsionar uma nova reforma trabalhista.
A possibilidade de encerrar a escala de trabalho 6×1 parece mais distante após as eleições de 2026. A nova composição do Congresso Nacional, que emerge das urnas, apresenta um perfil amplamente conservador.
Mesmo com a eleição de Rick Azevedo e Erika Hilton, ambos do PSOL, para a Câmara dos Deputados, a pauta que os projetou nacionalmente — o fim da escala 6×1 — dificilmente deve prosperar. Ambos obtiveram votações expressivas, mas o ambiente legislativo geral não favorece essa proposta. Um Congresso mais conservador tende a ser menos receptivo a mudanças significativas na legislação trabalhista que possam ser percebidas como onerosas para as empresas. Este contexto, por outro lado, pode facilitar a discussão e aprovação de uma nova reforma trabalhista.