
O Banco Genial está reforçando seus controles internos após a terceira fase da Operação Carbono Oculto, deflagrada na última quinta-feira (24). A investigação colocou a instituição e um ex-diretor sob os holofotes. O CEO da Genial, André Kacelnik, destacou a importância de manter a reputação da empresa.
A Operação Carbono Oculto, que teve sua terceira fase iniciada em 24 de setembro, voltou a focar no grupo Genial e em um ex-diretor. O executivo Humberto Aranha foi mencionado na investigação.
